Pedro César Alves
Outro dia lendo os jornais locais – recebo-os em casa – e notei que há tantas coisas a pensar sobre a política. E, já não é a primeira vez que me vem à mente: por que não ser político? Ou, por que não tentar uma cadeira no legislativo?
Deve ser interessante: pois as brigas são constantes, os desacordos enormes... Logo, eu que sou meio ‘fuçado’ – por assim dizer, seria uma boa. Pra não dizer que gosto de ver e fazer as coisas certas, por isso ‘brigo’ pelas coisas que acho certas, ou – ainda – para ter as coisas certas.
E, pensando neste assunto, conversei com alguns amigos (amigas) que também estão nesta situação desconfortável perante os atos de nossos políticos (desconfortável porque não concordam com o que eles fazem) e disseram-me – pelo menos uns quatro ou cinco: nestas próximas eleições sairei para o campo. Ou seja: darão a cara a bater pelos ideais que pregam.
Fico a me perguntar: será que valerá a pena? As eleições estão às portas e nossa cidade tem muito a se fazer – e não apenas em final de mandato (como notamos por aqui – e não somente aqui na esfera municipal, acontecem tais estratégias também nas esferas estadual e federal). Por que os cidadãos araçatubenses não começam a pensar de forma diferente. Simples: mudança nos quadros do executivo e do legislativo.
Creio que devemos pensar de forma diferente e o mais rápido possível. Como cidadão, observo atentamente os políticos, e ressalto: que nem tudo está perdido – pois há coisas boas, ainda! Mas, por outro lado, os que lá estão não fazem mais do que obrigação: foram eleitos para isso!
E nós, aqui do lado de fora, como espectador, concluímos: por que será que os que lá estão mudaram de suas posições iniciais – principalmente antes de serem eleitos? Será que meus amigos vão mudar quando lá chegarem, se chegarem? Ou, ainda: será que mudarei se um dia chegar lá?
Começo a rir sozinho com tais ideias e observo atentamente ao Troféu “Odette Costa”, recebido em dois mil e onze, por fazer parte contínua da divulgação cultural em ‘Mídia Livre’ no ano anterior em nossa cidade – oferecido pelo Conselho Municipal de Cultura. Também o ‘Voto de Aplauso’ recebido em fevereiro deste ano de dois mil e doze na Câmara dos Vereadores pelos trabalhos prestados ao setor da Educação, em dois mil e onze. É de se pensar: tenho potencial!
